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Parque Arqueológico Morro da Queimada

O parque localiza-se na área do antigo Morro do Ouro Podre, um dos primeiros arraiais de mineração na região da futura Vila Rica.​ Ocupa uma área de 125 hectares, fazendo limite leste e sul com o núcleo urbano do bairro de Santana, a oeste com o núcleo urbano do bairro São Sebastião e norte com o Parque Natural das Andorinhas.

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Abriga ruínas de construções relacionadas com a mineração no século XVIII. Marca o núcleo de fundação de Ouro Preto, tendo no seu entorno um importante conjunto das primeiras capelas construídas durante o ciclo de exploração do ouro.

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A Capela de São João Batista é provavelmente o templo mais antigo de Ouro Preto. Sua primeira construção, uma capelinha primitiva, datada de aproximadamente do ano de 1698, foi erguida em pedra de canga pelos membros da bandeira de Antônio Dias. Os primeiros bandeirantes que alcançaram a cabeceira do Rio das Velhas se deparavam com o pico do Itacolomi, ponto de referência para os antigos viajantes da Estrada Real.

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A capela encontra-se em ótimo estado de conservação, estando integrada no cotidiano da comunidade com missas e encontros pastorais. Ela faz limite com o Parque Arqueológico do Morro da Queimada. Antes chamado de Morro do Ouro Podre ou Morro do Pascoal.  O parque ganhou seu nome atual após os eventos dramáticos da Sedição de 1720, também conhecida como Revolta de Felipe dos Santos. 

O motim de 1720 visava o fechamento das casas de fundição e a formação de um novo governo nas Minas Gerais. O levante se dirigiu à Vila do Carmo para pressionar o Conde de Assumar. Prometendo atender a demanda do grupo, o levante retornou à Vila Rica à espera das ações do governador. No entanto, isso serviu para que as tropas portuguesas se organizassem contra os revoltosos. No dia 14 de julho iniciou-se o conflito que prendeu vários participantes e condenou Filipe dos Santos à morte e ao esquartejamento.

 

O Conde mandou destruir e incendiar as construções do arraial. O Morro da Queimada abriga vestígios de residências e serviços de mineração datados do século XVIII. Se constitui em sítio arqueológico de inestimável valor, por ser um testemunho material das primeiras tipologias arquitetônicas da cidade e guardar registros da exploração de ouro no início do século XVIII: bocas de minas, mundéus, sarilhos, fornos e objetos de uso cotidiano.

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Atualmente é possível fazer o percurso com guias especializados. O percurso dura cerca de 4h com extensão de até 3km e envolve uma caminhada pelas trilhas entre o Morro de Santana e São Sebastião. Aí é possível encontrar buracos de sarilhos, ruínas e entender melhor o processo de formação geológica do território dos Inconfidentes.

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O ponto de encontro é a capela de São João, que fica ao lado do Bar do Baú, entre o morro de Santa e São Sebastião.  A concentração para caminhada sempre é realizada entre 9h e 9h30. Antes de iniciar a caminhada há uma apresentação e contextualização histórica sobre a descoberta do ouro. Favor consultar disponibilidade de datas.

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